Arquivo de Agosto, 2009

A Tempestade – Tapa Furos

Posted: Segunda-feira, Agosto 31, 2009 in Eventos, Teatro
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Não sei se assistiram à peça do ano passado dos Tapa Furos na Quinta da Regaleira.

Este ano eles estão de novo aí cheios de força numa peça de teatro que parece ser espectacular.tempestade

Eu estou muito a fim de ir ver isto, o pior é que só está em cena até dia 13 de Setembro (Quintas, Sextas e Sábados às 22h e Domingos às 21h)

Estas peças na Quinta da Regaleira normalemente incluem passeio atrás dos artistas e é muito giro ir em grupo, portanto ia propor ao pessoal que nos reunissemos e fossemos num grupinho fixe no dia 10 de Setembro que é uma Quinta-Feira.

O bilhete custa 16 euros, mas vale a pena.

Fico à espera de respostas, eu não me importo de ficar responsável pela organização.

Quem alinha!?

Ana Coelho

Final de tarde…

Posted: Sábado, Agosto 29, 2009 in Amigos, caminhadas e peddies, Fotografias

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Depois do trabalho sabe sempre bem esgueirarmo-nos até à praia para relaxar um bocado e nos preparar para o fim-de-semana.

dançar na areia

dançar na areia

Caminhar um pouco, deixar os pés enterrar na areia, molhar a roupa e rir muito! É uma boa terapia para quem precisa de “fugir” da realidade.

os outros

os outros

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cardos... ou são rosas!?

cardos... ou são rosas!?

Ao pôr...

Ao pôr...

tempo... voa!

tempo... voa!

Foi uma bela tarde. Recomenda-se!

A.C.

H€N€

Posted: Sábado, Agosto 29, 2009 in Videos
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Conspiração ou não…

Operação Pandemia

Voltemos para os nossos olhos…

Posted: Sexta-feira, Agosto 28, 2009 in Pensamentos
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– … o que vês!?

– Vejo sossego… talvez um pouco de aventura! Vejo um mar… que vai aclarando conforme os raios fortes do sol!

Vejo-me a mim! E é ai que pisco os olhos vezes sem conta para ter a certeza do que enchergo!

– Energia!??! Não sabia que a energia puxava! Nem mesmo sabia que era matéria!… Está vento! Onde vais!?

Ana Coelho

A Melhor Maneira de Viajar é Sentir

Posted: Sexta-feira, Agosto 28, 2009 in Pensamentos
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Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.

Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora.
Mais análogo serei a Deus, seja ele quem for,
Porque, seja ele quem for, com certeza que é Tudo,
E fora d’Ele há só Ele, e Tudo para Ele é pouco.

Cada alma é uma escada para Deus,
Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
Para Deus e em Deus com um sussurro soturno.

Sursum corda! Erguei as almas! Toda a Matéria é Espírito,

Porque Matéria e Espírito são apenas nomes confusos
Dados à grande sombra que ensopa o Exterior em sonho
E funde em Noite e Mistério o Universo Excessivo!
Sursum corda! Na noite acordo, o silêncio é grande,
As coisas, de braços cruzados sobre o peito, reparam

Com uma tristeza nobre para os meus olhos abertos
Que as vê como vagos vultos noturnos na noite negra.
Sursum corda! Acordo na noite e sinto-me diverso.
Todo o Mundo com a sua forma visível do costume
Jaz no fundo dum poço e faz um ruído confuso,

Escuto-o, e no meu coração um grande pasmo soluça.

Sursum corda! ó Terra, jardim suspenso, berço
Que embala a Alma dispersa da humanidade sucessiva!
Mãe verde e florida todos os anos recente,
Todos os anos vernal, estival, outonal, hiemal,
Todos os anos celebrando às mancheias as festas de Adônis
Num rito anterior a todas as significações,
Num grande culto em tumulto pelas montanhas e os vales!
Grande coração pulsando no peito nu dos vulcões,
Grande voz acordando em cataratas e mares,
Grande bacante ébria do Movimento e da Mudança,
Em cio de vegetação e florescência rompendo
Teu próprio corpo de terra e rochas, teu corpo submisso
A tua própria vontade transtornadora e eterna!
Mãe carinhosa e unânime dos ventos, dos mares, dos prados,
Vertiginosa mãe dos vendavais e ciclones,
Mãe caprichosa que faz vegetar e secar,
Que perturba as próprias estações e confunde
Num beijo imaterial os sóis e as chuvas e os ventos!

Sursum corda! Reparo para ti e todo eu sou um hino!
Tudo em mim como um satélite da tua dinâmica intima
Volteia serpenteando, ficando como um anel
Nevoento, de sensações reminescidas e vagas,
Em torno ao teu vulto interno, túrgido e fervoroso.
Ocupa de toda a tua força e de todo o teu poder quente
Meu coração a ti aberto!
Como uma espada traspassando meu ser erguido e extático,
Intersecciona com meu sangue, com a minha pele e os meus nervos,
Teu movimento contínuo, contíguo a ti própria sempre,

Sou um monte confuso de forças cheias de infinito
Tendendo em todas as direções para todos os lados do espaço,
A Vida, essa coisa enorme, é que prende tudo e tudo une
E faz com que todas as forças que raivam dentro de mim
Não passem de mim, nem quebrem meu ser, não partam meu corpo,
Não me arremessem, como uma bomba de Espírito que estoira
Em sangue e carne e alma espiritualizados para entre as estrelas,
Para além dos sóis de outros sistemas e dos astros remotos.

Tudo o que há dentro de mim tende a voltar a ser tudo.
Tudo o que há dentro de mim tende a despejar-me no chão,
No vasto chão supremo que não está em cima nem embaixo
Mas sob as estrelas e os sóis, sob as almas e os corpos
Por uma oblíqua posse dos nossos sentidos intelectuais.

Sou uma chama ascendendo, mas ascendo para baixo e para cima,
Ascendo para todos os lados ao mesmo tempo, sou um globo
De chamas explosivas buscando Deus e queimando
A crosta dos meus sentidos, o muro da minha lógica,
A minha inteligência limitadora e gelada.

Sou uma grande máquina movida por grandes correias
De que só vejo a parte que pega nos meus tambores,
O resto vai para além dos astros, passa para além dos sóis,
E nunca parece chegar ao tambor donde parte…

Meu corpo é um centro dum volante estupendo e infinito
Em marcha sempre vertiginosamente em torno de si,
Cruzando-se em todas as direções com outros volantes,
Que se entrepenetram e misturam, porque isto não é no espaço
Mas não sei onde espacial de uma outra maneira-Deus.

Dentro de mim estão presos e atados ao chao
Todos os movimentos que compõem o universo,
A fúria minuciosa e dos átomos,
A fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos,
A espuma furiosa de todos os rios, que se precipitam,

A chuva com pedras atiradas de catapultas
De enormes exércitos de anões escondidos no céu.

Sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio
De estar dentro do meu corpo, de não transbordar da minh’alma.
Ruge, estoira, vence, quebra, estrondeia, sacode,
Freme, treme, espuma, venta, viola, explode,
Perde-te, transcende-te, circunda-te, vive-te, rompe e foge,
Sê com todo o meu corpo todo o universo e a vida,
Arde com todo o meu ser todos os lumes e luzes,
Risca com toda a minha alma todos os relâmpagos e fogos,
Sobrevive-me em minha vida em todas as direções!

Álvaro Campos

A wolf at the door

Posted: Quinta-feira, Agosto 27, 2009 in Música, Videos
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Radiohead

Drag him out your window
Dragging out your dead
Singing I miss you
Snakes and ladders
Flip the lid
Out pops the cracker
Smacks you in the head
Knifes you in the neck
Kicks you in the teeth
Steel toe caps
Takes all your credit cards
Get up get the gunge
Get the eggs
Get the flan in the face
The flan in the face
The flan in the face
Dance you fucker dance you fucker
Don’t you dare
Don’t you dare
Don’t you flan in the face
Take it with the love is given
Take it with a pinch of salt
Take it to the taxman
Let me back let me back
I promise to be good
Don’t look in the mirror
At the face you don’t recognize
Help me call the doctor
Put me inside
Put me inside
Put me inside
Put me inside
Put me inside
I keep the wolf from the door
But he calls me up
Calls me on the phone
Tells me all the ways that he’s gonna mess me up
Steal all my children
If I don’t pay the ransom
But I’ll never see them again
If I squeal to the cops
No no no no no no no:
Walking like giant cranes ah
With my x ray eyes i strip you naked
In a tight little world and why are you on the list?
Stepford wives who are we to complain?
Investments and dealers investments and dealers
Cold wives and mistresses
Cold wives and sunday papers.
City boys in first class
Don’t know we’re born little
Someone else is gonna come and clean it up
Born and raised for the job
Someone else always does always pick it up
Get over get up get over
Turn the tape off.
I keep the wolf from the door
But he calls me up
Calls me on the phone
Tells me all the ways that he’s gonna mess me up
Steal all my children
If I don’t pay the ransom
But I’ll never see them again
If I squeal to the cops
So I’m just gonna’

;P Soldadinho!

Bailinho no Carmo

Posted: Quinta-feira, Agosto 27, 2009 in Eventos
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28 agosto, sexta - 22H30

28 agosto, sexta - 22H30

Quem alinha!!!?!??!

Ana Coelho